conhece esse amor?

Publicado: agosto 1, 2010 em Uncategorized

”  Ele é ciumento por mim. Ama como um furacão e eu sou como uma árvore que balança de acordo com o peso da Seu vento e misericórdia. De repente, eu esqueço das minhas aflições pois elas são ofuscadas pela sua glória. E então eu percebo o quanto lindo Você é e como é grande o seu carinho por nós. Ah, como Ele nos ama. Sim, Ele nos ama. E então, nós somos sua porção e Ele é o nosso prêmio. Atraídos para redenção pela graça que existe em Seus olhos. Se a graça é como um oceano, todos nós estamos nos inundando. O Céu se encontra com a Terra como um beijo desajeitado. Meu coração palpita violentamente dentro do meu peito e eu não tenho mais tempo para ficar me lamentando quando eu penso na maneira de como Ele nos ama ” (How He loves – John Mark McMillan)

O que é o amor de Deus? Já cantei a respeito, já tentei falar a respeito. Já tentei escrever a respeito. Já li a respeito. Mas foi ao escutar essa música que eu entendi ou melhor, eu lembrei do que é o amor de DEUS. Aquele amor que você literalmente fica sem fôlego quando pensa. O amor que te tira as palavras e teu corpo não consegue expressar a imensidão que existe e que TANTAS vezes não é vista. Você cristão com certeza já deve ter tido esse pensamento “poxa, se eles ao menos pudessem sentir o que eu sinto, eles entenderiam”, quando deparados com algum amigo ou até desconhecido que não conhece a Deus ou conhece a versão padronizada, pequena e cruel de Deus. Tem algo no refrão dessa música que desperta a consciência que devemos ter sobre o amor dEle. Simplesmente cantar “ah como Ele nos ama”  é conscientemente lembrar que em todos os momentos –  na alegria, necessidade, na raiva, na tristeza, no ressentimento, na dor, na vitória, na derrota, no desespero, na esperança, na fé e na falta de fé – Ele foi Deus. Ele é Deus. Que não dá de coloca-lo numa caixinha porque Ele não cabe numa.  O que é o amor de Deus? É a essência dEle. É o tipo de amor que homem não consegue dar ou expressar da mesma forma. Talvez seja por isso que muitos não conseguem entender. Enquanto você tentar achar Deus segundo as medidas que existe na sua mente de quanto o amor dEle pode ser, pode fazer, segundo a sua própria ideia de medida que a sua vida vale, você provavelmente não vai encontrar. Porque é o tipo de amor avassalador. Tão grande e sincero que não achamos sentido. Por que Ele nos amaria? É o amor que rompe, que assusta e que transforma qualquer vida.

A inspiração

Publicado: maio 3, 2010 em Uncategorized

Não sei se vocês já ouviram falar do Glee. Um seriado que não tinha lá grandes pretensões, tornou-se um fenômeno televisivo americano. Transmitido no Brasil pelo canal FOX, todas as quartas-feiras às 22h, é uma comédia musical que não só nos impressiona pela qualidade de cada apresentação mas que nos inspira a fazermos aquilo que amamos. Resumindo a história: o que lá chamam de Glee Club, aqui chamamos de coral de colégio. Na história, quem participa desse clube é considerado perdedor pelo restante da escola. Esses meninos são zoados e desconsiderados por todos. Mas quando o professor de espanhol decide ajudar a levantar o clube, essa imagem começa a mudar ou não. O clube começa a crescer, e alguns dos garotos populares começam a participar e assim, também sofrer as zoações que antes aplicavam.

Pois, o Glee começou a me inspirar. Principalmente em relação a música. Quem participa do ministério de louvor, sabe do que estou falando. Assistir um seriado que possui no mínimo três apresentações musicais e apresentações bem feitas, deixam qualquer apaixonado por música muito feliz. Mas não é sobre o seriado que eu quero falar. E sim, sobre o esse programa me fez pensar a respeito de ser inspirado.

Cheguei a conclusão que para fazermos qualquer coisa precisamos de inspiração. Tá, uma conclusão muito óbvia mas que dificilmente colocamos em prática. Porque eu falo da inspiração que te faz feliz, a inspiração que te motiva e te deixa satisfeito. Não aquela que você é obrigado a ficar inspirado porque se não pode se dar mal. Por exemplo na faculdade. É muito mas muito difícil mesmo você encontrar alguém que faça todos os trabalhos e provas inspirados. O que encontramos são pessoas que necessitam tirar uma nota boa e precisam fazer aquela atividade, não porque são inspiradas mas sim porque são obrigadas. Quando era criança, pensava que tudo que eu fizesse na minha vida adulta (trabalho, faculdade e principalmente igreja) iria fazer inspirada. Amando e fazendo o meu melhor em todos os momentos. Então, nesse período de crescimento, percebi que não é bem assim. Mas por que não? Nossa inspiração deveria vir bem rápido, já que conhecemos Deus. O Deus que criou o universo e tudo que nele existe, quer maior referência para se inspirar do que essa? Percebi que por alguma razão, não damos o nosso melhor naquilo que fazemos. Nos acostumamos a nos empenhar o suficiente . Mas até que ponto o suficiente deixa de ser útil e começa a ser a razão para uma mesmice incômoda e perigosa?

Fernanda Rosa

porco cego e defunto

Publicado: abril 18, 2010 em Uncategorized

Se fazer de porco cego pra mamar em duas tetas. Ou se fazer de morto pra ganhar sapato novo. Duas expressões que dizem a mesma coisa. E como isso é feio! Não, não digo do nível das frases, apesar de serem de gosto duvidoso, mas do que elas significam. Quantas vezes fingimos não ver nada, para ganhar vantagem ou fugir da responsabilidade? Pensa bem, você nunca fez que não viu alguém, para não cumprimentar a pessoa? Nunca pediu para a mãe se podia ir a uma festa, sabendo que o pai já desautorizou? Nunca deixou de dar comida para o cachorro, fingindo pensar que os outros já tinham dado? Nunca ficou quieto, para fingir que não está em casa, quando aparece alguém indesejável? Talvez você nunca tenha feito nada disso, mas pode ter feito algo parecido. Mas se nunca fez, bom trabalho! Continue assim. Eu confesso, já dei uma de defunto. Tanto para ganhar sapato novo, quanto para não me perceberem. São pequenos problemas até aí. Mas e quando isso alcança a nossa vida espiritual? Não podemos ser defuntos ou porcos cegos espiritualmente quando vemos pessoas com problemas, quando vemos que precisamos evangelizar, que precisamos agir. Deus coloca oportunidades no nosso caminho e, por vezes, fingimos não perceber. Preferimos as coisas da nossa vida, preferimos ficar mortos, mas com sapatos novos. Isso é ruim para nós e para quem precisa. Deus não quer pessoas mortas na fé, nem nas obras. Ele precisa de pessoas bem vivas, atentas e com a visão espiritual aguçada. E enquanto buscarmos mamar e ganhar sapatos, acabamos por nos tornar, de fato, cegos e mortos na vida espiritual.

por: Nelyana Girardi (http://vidadesenhante.wordpress.com)

eu estou vivo !

Publicado: abril 2, 2010 em Uncategorized

“Não vos deixarei órfãos, voltarei para vós outros. Ainda por um pouco, e o mundo não me verá mais; vós, porém, me vereis; porque eu vivo, vós também vivereis”

João 14.18-19

Somente pela fé mesmo

Publicado: março 24, 2010 em Uncategorized

“Ora, a fé é a certeza das coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem”

Hebreus 11-1

A fé é um assunto complicadamente simples. No primeiro amor, nossa fé é forte, segura e inabalável. Vão se passando os anos e essa fé já começa a ficar mais pra lá do que pra cá.E  quando chega as lutas então? Só Jesus mesmo. A  constante busca torna-se essencial para nos manter fortalecidos na palavra de Deus. Nos meus dez anos de caminhada com Deus, aprendi, aprendo e sei que vou continuar aprendendo sobre ter fé. Pois é pela ação de acreditar que confirmamos o poder de Deus sobre a nossa vida. Reconhecemos o amor e fidelidade dEle.

Fé é simples. Pois é crer em Deus. Sabemos que Ele é amor. Ele é fiel. E Ele faz infinitamente mais do que podemos imaginar. Fé é algo complicado porque é através dos momentos difíceis, aquelas boas e velhas tribualações que todos passamos, que a fé é fortalecida. Pois é muito fácil acreditar em Deus quando tudo está bem, difícil mesmo é crer quando TUDO aponta para outra direção.

Testemunho do Jeremy Camp :

Walk by faith

God’s chisel

Publicado: março 23, 2010 em Uncategorized

Deus nos fez para sermos obra-prima dEle.

Por que ela é tão verde?

Publicado: março 21, 2010 em Uncategorized
Essa é a pergunta que muitas pessoas fazem, referindo-se à grama do vizinho, surpreso, e decepcionado pela grama alheia ser mais verde do que a dele.
Com certeza indagações como estas já aconteceram com todos nós. O assunto que abrange esta situação, e que está presente em muitos momentos de nossas vidas é o do DESCONTENTAMENTO..
Me lembro que recentemente me senti descontente com Joinville. Há momentos que as coisas parecem não funcionar do jeito que você gostaria, e qualquer coisa que aconteça é mais um motivo pra você desistir. Algumas coisas não estavam funcionando do jeito que eu desejava, e não paraaaaaava de chover em Joinville. Senti saudades do maravilhoso (ironia) clima seco de São Paulo.
Na palavra de Deus também vemos essa situação:
Tendo aí o povo sede de água, murmurou contra Moisés e disse: Por que nos fizeste subir do Egito, para nos matares de sede, a nós, a nossos filhos e aos nossos rebanhos?
Êxodo 17:3
O povo de Deus, antes de serem libertos, viviam escravizados no Egito, e desejavam mais do que qualquer outra coisa, serem libertos da escravidão. Esse desejo era tão forte que eles provavelmente não se importariam em sofrer algumas dificuldades…
Mas veio a liberdade, passaram por algumas dificuldades que eles não imaginavam, e chegaram ao ponto de se arrependerem da liberdade.
Talvez em sua caminhada ocorra algum desapontamento, mas que isso não vire murmurações. Jó foi uma pessoa que passou pelas piores coisas que uma pessoa pode passar, e mesmo assim, ele não perdeu seu tempo murmurando, em alguns momentos ele até re – CLAMOU! Isto mesmo, Jó clamava, clamava e clamava, para que Deus intervisse. E a intervenção veio, e Deus salvou Jó e toda sua família.
É mais fácil reclamar pelos momentos ruins, do que agradecer por eles. Mas o resultado pra tua vida, que trás um coração grato e fiel, é muito maior do que qualquer obra que tua mão possa fazer.
Leia mais sobre a vida de Jó, e a vida de Daví. Grandes exemplo de verdadeiros adoradores.
Colaborador: Gustavo Lopes Pereira